Engajamento e autorrealização: desafie seus clientes criativos

Uma das teorias interessantes do marketing é a Teoria de Maslow. Claro que há controvérsias, o que é sempre bom pra dialética. Você conhece? Bem, ela se baseia nas necessidades humanas. E tem até um modelo: “a pirâmide de Maslow”– que vai da sobrevivência ao crescimento .

Segundo o psicólogo americano Abraham Maslow, existe uma hierarquia de necessidades que nos impulsionam — das mais urgentes às menos urgentes. As fisiológicas (satisfazer a fome) vem antes da busca da proteção (segurança, estabilidade no emprego) ou da necessidades sociais (família, amigos, amor).

Uma das necessidades que vão ao topo do crescimento é a autoestima – de ego (status, reconhecimento, reputação) e da necessidade de autorrealização. Uma vez estabelecida,  a autoestima / autorrealização continua a ser sentida como necessidade. É aí que os publicitários trabalham suas campanhas de consumo de luxo, por exemplo.

Nesta etapa, um dos principais fatores do envolvimento dos consumidores com a autoestima e a autorrealização é a diversão, a fortuna e a fama. Tudo alicerçado na sensação de pertencimento que nasce no desenrolar da história contada pela sua marca, produto ou serviço.

pirâmide-de-maslow-marketing-digital

Possuir uma determinada marca ou adquirir um produto ou serviço pode ajudar o consumidor a se expressar e construir a sua própria auto-imagem. Estudos indicam que muitas vezes o consumidor só compra determinada marca quando encontra uma correspondência entre si mesmo e a imagem de marca (comunicada por publicidade, design de loja de varejo ou mesmo design de embalagem). Deste modo, o valor de uma marca também depende da sua capacidade para ajudar o consumidor a construir e criar o seu auto-conceito.

O self-branding é um processo em que os consumidores encontram seu próprio conceito com as imagens de uma determinada marca. No marketing digital a prova social de um selfie, por exemplo, é a propaganda perfeita, já que não é da empresa.

Se as motivações humanas de autoestima e autorrealização podem gerar colaboração com a empresa, é preciso ver que histórias você tem para contar que poderia ampliar o engajamento com o seu produto/serviço. Preste atenção no seu cliente. No que ele já diz nas suas redes sociais e o convide a interagir com a sua marca.

Alguns consumidores criativos estão à procura de tarefas divertidas, outros estão à procura de reconhecimento. Emocionar e conquistar pela autoestima e pela autorrealização é o mais importante para que a marca alcance engajamento entre seus clientes.

Nem todo consumidor quer conversar com marcas, mas alguns adoram ser desafiados a colaborar com ideias criativas para empresas reais. Este é um empurrãozinho para as empresas: solicitar aos seus clientes que participem! Aquelas pessoas que compram os seus produtos, que torcem para que você dê certo, que vivem e usam aquilo que você realiza.

Em marketing, a co-criação e a prova social de clientes e fornecedores agrega valor ao negócio.  Fique atento para inovar o seu conteúdo em troca de dar benefícios pela contribuição destes colaboradores. 

Ressalto a importância de saber contar sua história e ter uma estratégia de marketing. E pedir colaboração dos que sentem necessidade de opinar e participar da marca porque eles são mensageiros inspiradores. Permitir que as pessoas colaborem é essencial para atingir o objetivo.

Em qualquer situação, dê muita atenção ao feedback. Deve haver um canal de diálogo aberto e pronto para atender a estes criativos e engajados colaboradores. E lembre-se. Sua marca, produto ou serviço precisa ter emoção para conquistar e engajar pessoas. E este canal deve ser humanizado. Nada de automatizar respostas neste sentido.

Portanto, é preciso que a qualidade do produto ou serviço seja vista pelo empresário como base essencial para a ação. Como diz Camila Farani em O desafio das Marcas: emocionar o público“Uma empresa que deseja estabelecer uma relação emocional de sucesso com seus clientes precisa prioritariamente oferecer o melhor serviço e experiência que eles podem ter. Exceder as expectativas é a melhor forma de fazer com que as pessoas criem ‘burburinhos’ a respeito de uma marca. Para isso, os clientes pagam até mais simplesmente porque querem fazer parte de um estilo de vida.” 

Saiba quais as 6 características da autorrealização.

Se quiser falar mais sobre isso comente e/ou envie mensagem: sandravasconcelos.press@gmail.com

7 maneiras de ter novas ideias de conteúdo para o seu blog

E quando você acha que não tem nada de novo para dizer? Na falta de assunto é possível, sim, tirar inspirar sabendo procurar novas fontes e gerar conteúdos frescos para a sua empresa. Cada vez mais as marcas estão bombando com histórias e é sempre possível ter novas ideias seguindo estas dicas que eu garimpei pra você.

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1. Converse com seus funcionários
O mais informado sobre o seu negócio deveria ser o seu funcionário. Peça e receba a contribuição deles. Ajuda ter insights. Ao entrevistá-los pode gerar uma lista de idéias. Em alguns casos, você ainda vai poder usar estas entrevistas em podcasts ou em algum vídeo para o youtube.

2. Fique atento aos comentários
O engajamento do público ajuda a manter as ideias frescas. Pesquise os comentários, sobretudo nas mídias sociais. Use os comentários como inspiração para suas histórias. Se você não tiver um grande número de seguidores pesquise no Twitter sobre o que estão falando sobre alguma notícia atual que tenha a ver com o seu negócio.

3. Peça ajuda para o Reddit (saiba mais sobre isto aqui)
Fique de olho nas tendências. Procure informações relacionadas ao seu negócio buscando um tópico específico. Por exemplo, se você trabalha com turismo e está a procura de ideias sobre o orçamento de viagens, procure “site: orçamento de viagens reddit.com” e Google vai mostrar vários resultados reddit.com sobre este assunto. Isso vai ajudá-lo muito na curadoria de conteúdo.

4. Remexa os arquivos da empresa
Pautas nostálgicas pode ser interessante para gerar engajamento. Se a empresa tem muitos anos de mercado, alguns materiais que estão nos arquivos poderão ser atraentes se reaproveitados (por exemplo, anúncios antigos, fotografias da empresa no passado etc).

5. Pesquisas internas no site
Veja se é possível rastrear quais as palavras mais pesquisadas em seu site. O google analytcs ajuda bastante. Verifique o que procuram e dê mais informações e desenvolva mais textos a respeito do tema. Se as pessoas procuram dicas sobre como cozinhar frango, por exemplo, e você não tem nada sobre o tema, este pode ser um conteúdo importante. Um texto sobre isso ajuda os seus clientes a mantê-lo como fonte de informação – e não deixá-lo em troca do concorrente.

6. Pergunte ao Quora
Semelhante ao Reddit, Quora é uma plataforma (em inglês) repleta de informações geradas pelos internautas (mesmo do Brasil). A vantagem em relação ao Reddit é que o usuário que responde pode ser um especialista.  O  Quora também pode ser uma ferramenta para descobrir o que as pessoas estão dizendo sobre seus produtos e serviços.

7. Crie um fórum
Os fóruns de nicho podem fornecer informações sobre temas pouco comuns melhor do que a maioria dos sites populares. No entanto, é preciso engajamento para garantir o sucesso do fórum. Veja onde criar aqui de forma paga. Há também este que é gratuito.

Estas dicas ajudam você a se inspirar para uma reunião de pauta para a criação de novos conteúdos, sejam eles para textos ou imagens e vídeos. Lembre-se de estar se guiando pelo seu projeto editorial que é o primeiro passo para construir seu conteúdo de forma consistente (veja aqui como fazer o seu projeto editorial).

Repito: conteúdo é rei, mas falar sobre tudo e qualquer coisa não vai atrair um público interessado no seu negócio.

Fonte: Contently

Este blog em 2015

Sim. Eu me dediquei pouco a escrever neste blog. No entanto, os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório e me surpreenderam com tantas boas notícias.

Apesar da minha desatenção, o blog foi visitado centenas de vezes e setembro foi o mês mais popular. Achei o resultado show e fica a promessa de cuidar com mais carinho do blog da Maximize, que me traz tantos clientes importantes e sempre um novo aprendizado.

Feliz e próspero 2016! Saúde, amor e paz.

Aqui está um resumo:

Um bonde de São Francisco leva 60 pessoas. Este blog foi visitado cerca de 780 vezes em 2015. Se fosse um bonde, eram precisas 13 viagens para as transportar.

Clique aqui para ver o relatório completo

Pesquisa para o Dicionário de Artes Visuais da Paraíba

Como jornalista e produtora cultural realizei em 2014 alguns trabalhos bacanas. Um deles foi pesquisar nomes e atualizar dados para o artista, crítico e curador de arte Dyógenes Chaves, lançado em 2015.

Um trabalho lindo. Ele reuniu mais de 500 verbetes no Dicionário de ‪‎Artes Visuais‬ da Paraíba, entre artistas e instituições culturais paraibanas. A publicação foi lançada em oito de dezembro de 2015, às 19h, na Sala Vladimir Carvalho da Usina Cultural Energisa, em João Pessoa-PB. O projeto foi realizado após extensa pesquisa que buscou catalogar não só artistas, mas também profissionais envolvidos na cadeia produtiva das Artes Visuais.

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A proposta foi contemplada pelo Programa Petrobras Cultural 2012 no segmento “Preservação e Memória” e resultou em pesado livro e site. “Trata-se de um mapeamento dos artistas visuais paraibanos desde o século XIX até os dias atuais, englobando artistas plásticos, fotógrafos, designers, chargistas, quadrinistas, museólogos, arte-educadores, restauradores, produtores culturais, críticos de arte e coletivos artísticos”, diz o autor do projeto.

Foi uma honra trabalhar ao lado de Dyógenes Chaves na galeria Rede, em Manaíra, para divulgação deste importante documento para o Estado da Paraíba. Foi com muita emoção que recebi o meu Dicionário de Artes Visuais da Paraíba onde ele também indexou meu nome como jornalista e produtora cultural.

A matéria sobre o evento e publicação saiu em vários jornais locais como Correio da Paraíba, Jornal A União e Jornal da Paraíba.

Clipping-Dicionario-Artes-Visuais

“Estimular a realização de projetos de interesse público e que contemplem a cultura brasileira em toda a sua diversidade étnica e regional; consolidar o trabalho de resgate, recuperação e organização do acervo material e imaterial da cultura brasileira; estimular a reflexão sobre a cultura e o pensamento brasileiros; e, contribuir para uma melhoria do quadro geral da cultura nacional e para a afirmação da cultura como direito social básico do cidadão se encontram entre os objetivos do Programa Petrobras Cultural”, conclui Dyogenes Chaves.

“DICIONÁRIO DAS ARTES VISUAIS NA PARAÍBA”
Dyógenes Chaves
Editora: 2OU4 | 324 páginas
Formato: 26 x 27,5 cm

Novo algoritmo do Google exclui 5% dos sites das buscas

O Google anunciou um novo algoritmo que irá alterar cerca de 5% de todas as buscas, reduzindo a quantidade de sites nos resultados da pesquisa.

Desde 2010 o Google avisa o usuário quando há sites com malware ou invadidos por hackers nos resultados da pesquisa. O clássico: “este site pode danificar o seu computador” é um exemplo. A partir de agora, o Google não vai nem mostrar mais estes sites. Isso significa 5% do total. Segundo Matt Cutts, o ex-chefe de spam no Google, 5% é um número imenso dentro deste universo.

Com este novo algoritmo, sites hackeados ou com malware vão desaparecer das buscas.

Com o novo algoritmo, em determinadas consultas apenas os sites mais relevantes serão mostrados, reduzindo o número de resultados apresentados. Então, ao invés de dez resultados, você pode ter oito ou cinco por página no Google. Veja a imagem abaixo.

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A ideia do Google é promover uma “segmentação agressiva para destruir spam, a fim de proteger os usuários e webmasters”. Portanto, páginas que foram invadidas por hackers, não serão mais mostradas. “O objetivo é continuar a refinar o algoritmo para torná-lo ainda melhor”.

Pra evitar riscos de ter seu site invadido e ser “banido” das buscas, contrate o protocolo HTTPS no seu servidor de hospedagem o quanto antes. Isso protege os dados e o site passa mais confiança ao Goolgle e, consequentemente, ao internauta.

Fonte: Seroundtable.

Facebook Marketing? Sim, mas tem que investir

Em nosso negócio de marketing digital, uma das principais tarefas é transformar a mentalidade dos clientes. O primeiro desafio é convencer alguns deles de que Facebook Marketing não é grátis e não é para fazer amigos, é para fazer negócios. E exige, sim, investimentos.

facebook marketing pede investimento

Facebook não é gratuito
O alcance orgânico do Facebook tem diminuído ao longo dos anos. Para ser visto pelos seus fãs é preciso fazer investimentos em promoção de posts e patrocinar anúncios. Abaixo, gráficos mostram a queda de 2012 até 2014.
Em 2015, após as mudanças no feed (na timeline/linha do tempo) o alcance orgânico caiu para 0,60%, ou seja, está próximo de zero. Significa que se você tem 1000 curtidas, apenas seis pessoas estão vendo sua marca na timeline delas.

Desta forma, o Facebook demonstra o que insistimos em dizer aos clientes: evite que sua comunicação esteja em uma única plataforma.

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Identidade visual
Uma página do Facebook deve ter identidade visual e planejamento editorial alinhada ao site. A rede social faz parte do site, não é um acessório alienado ao conteúdo de sua marca.

Que tal investir em imagens?
No Facebook, há conteúdos diferentes para postar: textos, imagens, vídeos e compartilhar links. De acordo com um estudo do Socialbakers (2014 a 2015), fotos e vídeos são os conteúdos que possuem maior engajamento.

O sucesso de uma página do Facebook é resultado de comentários e compartilhamentos, não de curtidas.

Número de curtidas não é a alma do negócio
Faz bem para o ego ter milhares de curtidas. #TodosQuerem, nós também, claro! Mas obter milhares de seguidores de forma sincera e apaixonada a curto prazo? Isso não existe. O que existe são campanhas de Facebook Marketing (pagas) para que as pessoas curtam. Isso não significa que se clicarem vão realmente se engajar (e se tornar fãs) e seguir a página.

Número de fãs não quer dizer sucesso
O sucesso de uma página do Facebook não está relacionado ao seu número de fãs: o que determina o sucesso de uma página são os comentários e os compartilhamentos. Portanto, capriche no conteúdo. É isso que gera engajamento. Não publique qualquer coisa. Invista em conteúdo que promova a interação entre clientes e a sua empresa.

Quantidade não é qualidade
Você sabia que a concentração de uma pessoa é de apenas 8 segundos? Que tal investir em qualidade? É a qualidade de conteúdo que traz atenção e engajamento. Por isso, vale mais um post por dia onde pessoas comentam e compartilham do que dez posts ignorados ou somente curtidos.

Facebook é relacionamento
Você aguenta quem fala o tempo todo de si mesmo? Isso serve de referência para o conteúdo da fanpage. As pessoas usam a fanpage como espaço para elogiar, criticar e esclarecer dúvidas. Este é o novo 0800, por isso é importante ter capacidade de resposta rápida para dar aos clientes. A fanpage precisa garantir interação entre a marca e seus fãs.

As informações do Facebook precisam ser incorporadas à empresa
Usar o feedback da fanpage para melhorar seus produtos e serviços.  Ouvir sua base de fãs pode ajudar você a ganhar mais mercado.

Se você tiver alguma dúvida ou quer nossos serviços de marketing digital entre em contato!

maximizeconsultoriamarketing@gmail.com

Da Arca: Guias Especiais para empresas

Um estúdio de design gráfico com vários trabalhos bacanas em São Paulo. Naquele pequeno celeiro criativo, localizado na Rua Oscar Freire, na charmosa região dos Jardins, fazíamos publicações especiais de comunicação corporativa, entre outras criações.

Na época, o estúdio era liderado por Francisco Milhorança na direção de arte e eu, Sandra Vasconcelos, no design gráfico (tempos depois eu também estaria na redação de textos). Ambos atuávamos em um processo que envolvia edição de imagens, diagramação e produção gráfica. Além de contratar fotógrafos e ilustradores.

Em São Paulo desenvolvíamos projetos de design gráfico para vários clientes e marcas.

Dois jobs memoráveis vieram do núcleo de projetos dos Guias Quatro Rodas, do Grupo Abril. Além dos produtos da casa, aqueles feras da redação também desenvolviam projetos editoriais para empresas e instituições. Entre vários projetos de informação feitos pelo nosso estúdio destacamos o Guia SESC Brasil 2004 e o Guia 15 Telefônica.

No Guia SESC Brasil 2004 trazia 258 páginas de informações para desfrutar de viagens pelas 164 cidades do país usufruindo das unidades do SESC: dicas de onde dormir, onde comer e locais para visitar. E, ainda, endereços de mais de 250 centros culturais.  Uma delícia descobrir tantas atrações, afinal, o SESC sempre fez parte do nosso lazer e da nossa vida cultural em São Paulo.

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Para o Guia 15 Telefônica foi produzida uma tiragem para ser distribuída como brinde corporativo. Era um guia de serviços de lazer para clientes VIP da empresa de telefonia. No guia, 15 dicas top de alto valor agregado para associar ao 15, o número usado pela Telefônica.

A empresa tinha começado no Brasil poucos anos antes (1998),  no contexto do processo de privatização das telecomunicações, e estava investindo pesado em marketing. Um trabalho de altíssimo nível. Um guia simples, pequeno, de capa dura, mas com informações selecionadas. Edição perfeita da equipe dos Guias Quatro Rodas, finalizado com prazer e capricho por nós.

Só boas lembranças destes dois jobs.

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Site bonito, mas não encontrado… Adiantou?

Ninguém encontra seu site só porque ele é bonito. As pessoas encontram os seus produtos e serviços quando elas pesquisam nos motores de busca (Google, Bing e Yahoo) e encontram o conteúdo que você gera (textos, fotografias, vídeos).

Há detalhes importantes para o seu site ter relevância e ser encontrado nos motores de busca, sobretudo por quem não sabe nada sobre a sua marca ou não conhece a sua empresa. Uma das mudanças recentes (e que se tornaram essenciais): seu site deve estar otimizado para ser “lido” de forma correta nos dispositivos móveis (mobile friendly).

Abaixo, um teste realizado em um site desenvolvido pela Maximize Marketing Digital para o cliente Natural Cotton Color. Para saber se o seu site está adequado faça o teste neste link.

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Ok. O seu site já está com a tecnologia atual. Agora faça outro teste: nas buscas orgânicas (quando alguém procura o produto ou serviço que você oferece) digite lá no Google o que você vende ou serviço que você oferece. Dica: antes de pesquisar, desconecte-se do gmail — se você usa, claro.
Veja o que aconteceu depois de três meses de lançamento do blog corporativo Natural Cotton Color.

O seu site aparece ou não nas cinco primeiras páginas do Google?

Se ele não aparece —  mesmo sendo bonito, agradável e com uma boa experiência de navegação — você sabe o que está acontecendo? A resposta está na evolução do Google: ele prioriza sobretudo o usuário — aquele que faz a pesquisa. Desta forma, com seus algoritmos inteligentes, o Google mostra nos primeiros lugares (e nas primeiras páginas) os sites que estão há mais tempo na internet, que produzem conteúdo constante, ou seja, aqueles que têm informações frescas.

Não adianta o seu site ter apenas “um rostinho bonito” e não ter informações que ajudem a sua empresa a ser encontrada na busca orgânica (sem anunciar). É claro que se você tem dinheiro para investir em Google Adwords (publicidade no Google) você pode ignorar tudo isso que escrevi…

É bom saber que você tem dinheiro pra isso, porque assim será encontrado ainda mais rapidamente. Se você não tem dinheiro para anunciar, deve se garantir com a busca orgânica e caprichar no conteúdo, ou seja, textos, vídeos e fotos.

Importante: para manter seu site atualizado: não adianta dar copy/paste. Só ganha relevância quem deu o conteúdo primeiro. Assim, se copiar dos outros, sem editar o texto, pode até ser punido. Significa que você pode até mesmo não aparecer em nenhuma das páginas. De qualquer forma, mesmo editado, diga qual é a sua fonte, é mais simpático também colocar link para a fonte original.

Siga esta ordem na produção. Esta é a forma profissional de planejar o seu site:

1º passo: Planejamento de marketing digitaL
2º Passo: Projeto editorial
3º Passo: Conteúdo inicial
4º Passo: WEBDesign

A palavra-chave é planejamento. É preciso ter um projeto editorial consistente (orientado pelo plano de marketing) e identidade visual alinhada à sua marca. Infelizmente, ter um site “responsive” (mobile friendly) é essencial, mas não é o suficiente para garantir conversão (consultas de clientes e vendas).

Se o seu site é bonito, mas ninguém encontra nas buscas antes da quinta página… Se é bonito, mas não usa plataforma amigável… Se é bonito, mas não gera conversão, do que adiantou economizar escolhendo um profissional apenas pelo preço?

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Case: Criação de nova marca Redes Santa Luzia

Para comemorar seus 30 anos, a Redes Santa Luzia — agora Santa Luzia –  Redes e Decoração — contratou a Maximize Consultoria de Marketing para redesenhar a marca. A empresa atua no ramo têxtil e produz redes e utilitários de decoração. A fábrica está está localizada em São Bento, no Sertão da Paraíba.

Os produtos da marca estão fortemente ligados à cultura paraibana. Grande parte da produção é exportada para vários países, mas a Santa Luzia Redes e Decoração gera bastante demanda interna, sobretudo as redes de dormir, que são referência na padronagem dos tecidos e no acabamento artesanal em crochê e em macramê.

Hoje a empresa atua no mercado de produtos sustentáveis e oferece peças decorativas desenvolvidas com duas matérias-primas diferenciadas: o algodão colorido orgânico (certificado) e o tecido feito a partir do algodão reciclado. O algodão reciclado surge do tecido desfibrado — sobras que seriam descartadas pela indústria e que são transformadas novamente em fios depois de mesclados com garrafas PET — também um resíduo. Os fios tornam-se novamente tecidos e a Santa Luzia Redes e Decoração, evita o descarte no meio ambiente.

Atualmente o algodão colorido usado pela empresa é cultivado em sistema de agricultura familiar com garantia de compra. Aliás, a Santa Luzia Redes e Decoração foi a primeira empresa privada a subsidiar a plantação de algodão para o uso na fábrica. As famílias dos agricultores também estão envolvidos no processos artesanais na fabricação das varandas das redes, cujo acabamento é feito de forma artesanal.

O designer Francisco Milhorança, da Maximize, atendeu ao desejo de inovação do cliente e desenvolveu uma nova marca limpa e leve, destacando a rede de dormir (carro-chefe da empresa), valorizando a cultura do trabalho artesanal e enfatizando a principal matéria-prima da indústria Redes Santa Luzia, o algodão.

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“A nova marca é inspirada em fios soltos que se juntam. De um simples traço aludindo à rede — e que também remete ao horizonte – está a flor do algodão”, justificou o designer gráfico. O tipo de letra foi escolhido considerando as características das suas formas, com linhas curvas e delgadas, lembrando os fios que tramam o tecido produzido pela empresa. O slogan da marca também foi alterado. Antes Redes Santa Luzia, passou a ser chamada de Santa Luzia – Redes e Decoração, já que a empresa há tempos ampliou a oferta e o mix de produtos.

O desenho da marca desencadeia outras ações de comunicação visual como a papelaria da empresa, incluindo o catálogo de produtos e até mesmo os uniformes de funcionários que trabalham na indústria têxtil. Vamos atualizando em outros posts.

Content Marketing: produzir conteúdo para atrair novos clientes

Quando houve a popularização da Internet, Bill Gates disse a frase: “o conteúdo é o rei”. Ele previa… já em 1996, que era preciso ter conteúdo de qualidade para se manter em evidência. O que ocorreu é que ele foi ouvido, mas o que se viu foi quantidade de conteúdo, não qualidade.  E assim foram produzidos muitos textos pobres apenas para atrair cliques e pageviews.

72% dos profissionais de marketing digital afirmam que branded content é mais eficaz do que anúncios de revista. (BitQuirky)

Nesta época de concorrência acirrada, nem bom conteúdo é suficiente… Tem que ser o melhor — estar acima da média — porque as pessoas estão à procura de conteúdo que as ajudem a resolver os seus problemas. Com a  web cheia de informações, o conteúdo se transformou na melhor ferramenta para se diferenciar e atrair novos negócios.

Pesquisas recentes da Millward Brown em 30 países indicam que os norte-americanos passam 151 minutos por dia em seus smartphones. No caso dos brasileiros, os usuários ficam, em média, 149 minutos no smartphone. E como disputar a atenção com tanto conteúdo disponível? Investir em publicidade? 

O consumidor mudou com as novas tecnologias, ele está mais ativo e quer interagir. A marca deve transformar sua forma de captar clientes. Não basta fazer anúncios. É preciso ter um blog, newsletter, redes sociais e outros canais que interessam ao público-alvo.

marketing de conteudo para vender

Os clientes querem ser envolvidos e ouvir histórias. Para engajá-los, só mesmo com conteúdos inteligentes e interessantes.

Você pode conseguir um tremendo sucesso em seu negócio investindo em marketing de conteúdo. Pra isso precisa antes ter presença digital com um blog mobile friendly e estar nas redes sociais. Parece óbvio, mas isso não adianta ter estes canais e não estar atento sobre o conteúdo que está oferecendo. Só a qualidade vai trazer engajamento (e gerar vendas).

maximizeconsultoriamarketing@gmail.com