4C’s das mídias sociais: conteúdo, colaboração, comunidade e coletivo

Como usar as redes sociais para ganhar admiração e respeito dos clientes e/ou consumidores! Use os 4 C’s de sucesso!

CONTEÚDO: Tudo aquilo que você produz ou realiza (produto ou serviço) deve ser visto como diferenciado e até mesmo único! O conteúdo deve ter a capacidade de engajar pessoas promovendo a interação. O storytelling é uma ferramenta que ajuda a destacar as experiências atreladas à realização do produto ou do serviço.  Uma boa história é capaz de criar audiência e fomentar lembranças.

COLABORAÇÃO o seu produto ou serviço deve ajudar as pesssoas, portanto, clientes, parceiros e colaboradores podem dar testemunhos ou fazer recomendações. A voz  deles contribuem para respaldar o que você oferece.

COMUNIDADE ou CAPITAL SOCIAL  é fruto da sua colaboração, as pessoas que percebem e se reúnem reconhecendo a sua boa vontade.  A confiança depositada em você ou em seus produtos são adquiridos pela proximidade, ressonância (frequência) e relevância (autoridade, credibilidade) do conteúdo compartilhado na comunidade.

COLETIVO ou INTELIGÊNCIA COLETIVA é a ideia de que você ou seu produto vão contribuir com as comunidades de seu setor de atuação gerando conteúdo por meio das discussões propostas por outros profissionais ou outras marcas.

4 C das redes sociais

Baseado em texto de Luciano Paiva, da Digitalents.

Marketing Digital no curso de Moda da Universo em Niterói

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Leila Barboza e Sandra Vasconcelos

Em outubro participei da mesa do “Falando de Moda com” sobre as várias possibilidades do mercado de Moda na Universidade Salgado de Oliveira – Universo, campus Niterói, no Rio de Janeiro.

O evento, aberto para professores, alunos e interessados, foi realizado por Leila Barboza, gestora do curso Design de Moda, com objetivo de proporcionar conhecimento e promover diálogos sobre os setor por meio de falas e experiências práticas.

Os convidados desta edição foram Carolina Herszenht (OCluster), Helena Gomes (ex-aluna de Moda), Alexandre Cruz (professor da Universo) e eu, Sandra Vasconcelos (Maximize Comunicação e Marketing).

"Falando de Moda Com", conversa com a turma de bacharelado de Design de Moda da Universidade Salgado Filho - Universo, em Niterói, Rio de Janeiro.

“Falando de Moda Com”, roda de conversa com a turma de bacharelado de Design de Moda da Universidade Salgado de Oliveira – Universo, em Niterói, Rio de Janeiro.

Para falar sobre o tema proposto “Estratégias de comercialização de produtos” enfatizei a importância do Marketing Digital na promoção e comercialização de produtos de Moda. Na ocasião, dei um panorama sobre Tendências em Marketing Digital destacando as principais características de cada rede social e sua relevância na moda de acordo com o público-alvo.

NOVOS CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO E FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES NA MODA

A estilista e empresária Carolina relatou a criação de OCluster, uma plataforma que reúne, a cada bimestre, empreendedores para que apresentem suas criações a um grande fluxo de pessoas. O evento — que já se espalha pelo Brasil — faz a convergência de pessoas criativas e promove a distribuição de produtos. Trata-se de um espaço alternativo para quem está iniciando seu próprio negócio em Moda.

Na contramão do fast fashion, a ex-aluna do curso de Moda Helena Gomes conta como está garantindo sustentabilidade no concorrido mercado de moda Fitness. Ela atende de forma exclusiva, customizando peças de acordo com o perfil de seu cliente.  Oferece roupa pronta para usar, mas também adapta e/ou customiza para aquelas clientes que estão iniciando sua vida na academia e nos esportes. Desta forma, consegue criar peças que garantem confiança e mantêm a alta estima das pessoas que se sentem ainda pouco à vontade em roupas destinadas ao “corpo perfeito”.

Sandra Vasconcelos (Maximize Marketing), OCloster, Helena, Professor Universo

Mesa “Falando de Moda Com”: Sandra Vasconcelos (Maximize Marketing), Carolina Herszenht (OCluster), Helena Gomes (estilista e ex-aluna da Universo) e Alexandre Cruz (professor da Universo)

DEMANDA DO MERCADO DE MODA VAI MUITO ALÉM DO DESIGN 

O professor Alexandre Cruz ressaltou que apesar do curso ser de Design de Moda, há vários campos para atuar no setor que vão além do estilismo. “O mercado é amplo e a cadeia produtiva exige vários especialistas. Trata-se de encontrar um nicho”, disse. O mercado da moda está em ascensão e o profissional pode atuar em indústrias de confecção ou têxteis, veículos de comunicação, shoppings, agências de publicidade e marketing, além de se estabelecer como microempresário.

Para Leila, é importante envolver os alunos no espírito empreendedor para que pensem além do mundo fashion das passarelas. “É preciso olhar para moda com pensamento estratégico. O bacharelado contempla uma parte teórica importante e este tipo de evento é mais focado em temas como negócios e gestão. Assim, promovemos uma melhor formação aproximando o aluno do pensamento do mercado”, destacou a gestora.

Alunos do curso de Moda tiram dúvidas sobre Marketing de Moda com Sandra Vasconcelos.

Alunos do curso de Moda após palestra que abordou Marketing de Moda com Sandra Vasconcelos.

Saiba mais sobre o Bacharelado em Design de Moda (Ementa, Grade Curricular e Corpo Docente)  da Universo  clicando aqui.
A Universo fica na Rua Marechal Deodoro 211, Centro – Niterói – Rio de Janeiro.

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Snapchat mudou a nossa comunicação

O snapchat alcançou 150 milhões de usuários no mundo e o Brasil é o terceiro país com mais usuários ativos. São 9 milhões diariamente. Estes dados (2016) devem ancorar uma representação para vendas de anúncios no Brasil. Algo que será oficializado para o mercado publicitário em 20 de outubro.

Apesar da popularidade, o Snapchat não é para qualquer um. A rede social nasceu para ser usada apenas no smartphone e foi acolhido entre os jovens de 13 e 34 anos. O público brasileiro é ainda mais jovem — quase 90% da audiência tem faixa etária entre 18 anos e 24 anos.

O sucesso do Snapchat vem da oferta de algo simples: os “snaps” — fotos e vídeos compartilhados com um grupo de pessoas escolhidas e que DESAPARECEM DEPOIS DE 24 HORAS (se alguém capturar a tela é denunciado para o dono do conteúdo).

O Snapchat foi criado  por Evan Spiegel, 25 anos. O rapaz revolucionou a forma como as pessoas trocam mensagens pelo celular. Ele resume:

se os jovens tiram 1 zilhão de fotos por dia, sem se importar muito de como as imagens ficam é porque, agora, usam fotos para conversar. E o Snapchat é a plataforma para isso.

(Época Negócios)

  • O snapchat é valioso porque mudou a natureza da comunicação digital em menos de dois anos
  • O público “ama o Snapchat” em razão do imediatismo e da liberdade de expressão.  

snapchat mudou a comunicação

Sobre anúncios:
Por meio da  plataforma Discover, da publicidade 3V e das lentes patrocinadas.

 

 

Lançamento YouTube Comunidade inclui publicação de textos e imagens

No dia 13 de setembro, o Google anunciou a nova ferramenta — Youtube Comunidade — que deve nos levar além dos vídeos. O recurso dá espaço para publicação de textos, imagens e gifs. Desta forma, os produtores poderão interagir com seus públicos sem sair do portal de vídeos.

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A nova plataforma  deve fortalecer o vínculo da rede social com os seus fãs. O projeto será implementando gradualmente, começando com youtubers convidados que ao usar vão sugerir eventuais melhorias.

Por enquanto, não há previsão para a Comunidade do YouTube chegar aos canais brasileiros.

 

Fotografia: produção de Agô – exposição de Roberta Guimarães

No ano passado colaborei na realização de um lindo projeto: a exposição Agô, da fotógrafa Roberta Guimarães, com curadoria de Raul Lody e expografia de Isabela Faria. A abertura da mostra foi no Mês da Consciência Negra, ou seja, em novembro, na Estação Cabo Branco, em João Pessoa-PB, um equipamento cultural projetado por Oscar Niemeyer.

Estação Cabo Branco, João Pessoa-PB. Foto: Wikimedia Commons

Estação Cabo Branco, João Pessoa-PB. Foto: Wikimedia Commons

A mostra Agô, que significa “com licença” no idioma iorubá foi apresentada ao público com 30 imagens e 2 vídeos. Trata-se de um desdobramento de uma pesquisa realizada pela artista visual durante quatro anos em 12 terreiros e que resultou no livro ‘O sagrado, a pessoa e o orixá’ (160 páginas e centenas de imagens).

EXPÔ AGÔ Roberta Guimarães Xango Candomblé

Exposição Agô – Roberta Guimarães. Com fotografias, vídeos, som e aromas. De novembro 2015 a janeiro de 2016.

A publicação culminou em uma belíssima exposição de fotografias viabilizada através do edital de circulação do Fundo de Cultura de Pernambuco (Funcultura-Fundarpe). Minha participação foi desde a obtenção da carta de anuência do local de exposição até a pesquisa de produtos e serviços que viabilizassem a exposição realizada com apoio de Lúcia França, curadora do espaço.
Agô é uma mostra importante pelo recorte artístico que expõe o Candomblé e também pela tentativa de desconstruir preconceitos de religião e de gênero.

Em tempos sombrios de intolerância, a exposição traz o contexto do sagrado com abordagem estética que sensibiliza o expectador por meio de sons, imagens e aromas em um equipamento cultural cuja visitação se equilibra entre escolas e turistas que visitam a capital da Paraíba.

EXPÔ AGÔ Divulgação - Fotografias Roberta Guimarães

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A exposição sobre a cerimônias do Candomblé (denominado Xangô em algumas regiões do Nordeste) contribui para a educação do olhar abrindo novos horizontes à percepção da cultura africana e propõe um exercício para a suspensão dos preconceitos. Entre outros detalhes da cerimônia, a mostra Agô destaca que um orixá masculino pode se manifestar em uma filha de santo ou vice-versa. Imagens do vídeo Crossdressing mostra que no Candomblê (Xangô) não há barreiras em relação de gênero — o feminino e o masculino aparecem sem restrição a um sexo.

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Clique aqui e veja o vídeo da exposição no Facebook

Na abertura da mostra houve a participação de vários representantes de terreiros de Pernambuco e da Paraíba. E também recepção com tambores do Grupo Iyálodê e o coquetel incluiu comida votiva como axôxô, acarajé, aberem e abará.

A exposição Agô, de Roberta Guimarães, ficou em cartaz dois meses. Alcançou mais de 6500 mil assinaturas no livro de visitas. Uma experiência marcante para todos os envolvidos.

A exposição Agô, de Roberta Guimarães obteve 8 mil assinaturas.

A exposição Agô, de Roberta Guimarães obteve mais de 6.500 assinaturas.

Roberta Guimarães e o curador Raul Lody.

Roberta Guimarães e o curador Raul Lody

“Tive o primeiro contato com Sandra Vasconcelos na III Conferência Nacional de Cultura em 2014, em Brasília. Na ocasião participávamos das discussões para o setor de Artes Visuais do MinC. Depois tive o prazer de tê-la como produtora na minha exposição fotográfica  AGÔ, realizada em João Pessoa , na Estação Cabo Branco no  final de 2015 e início de 2016.  Mesmo distante; ela em João Pessoa e eu em Recife,  não houve problemas na condução da pré-produção e produção realizadas por ela. Aliás, tenho só elogios a fazer.
Além de providenciar o que foi necessário para realização da montagem da exposição, sugeriu ótimos profissionais para os serviços pertinentes ao evento, preocupou-se com a divulgação do evento, através da imprensa de João Pessoa, conseguiu cortesias para alimentação no Divina Itália e fez, com muito carinho, o convite a personalidades de João Pessoa  para prestigiar a abertura da exposição. Além da eficiência na condução do evento, Sandra fez tudo sempre com muito bom humor. ”
Roberta Guimarães

Facebook muda novamente o algoritmo do Feed de Notícias

Quem entra no mundo das redes sociais não pode parar de se atualizar porque todo dia tem novidade na forma de produzir e distribuir conteúdo.

O algoritmo do Feed de Notícias do Facebook foi modificado algumas vezes no último período. Primeiro, passou a mostrar apenas o que considera interessante para o usuário, a partir do tempo em que ele se dedica à leitura de um post. Foi a partir daí que começaram a aparecer sugestões de posts semelhantes na linha do tempo.  Isso limitou ainda mais o acesso à páginas que não interessam ao usuário.

O motivo, segundo a rede social, é que a ação combate o clickbait, ou seja, o clique fácil que usa manchete chamativa e sedutora apenas para garantir likes no lugar de oferecer conteúdo de qualidade.

Em junho, nova atualização: o Facebook informou que a prioridade no feed de notícias são os posts de amigos e da família.

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Como a mudança pode impactar a sua Fan Page

A mudança deve diminuir ainda mais o alcance de páginas. Elas terão alguma audiência orgânica apenas se o conteúdo for compartilhado. Está claro que o Facebook quer que você impulsione o maior número de posts possível e, assim, ganhar mais dinheiro.

Apesar disso, os especialistas em comunicação digital afirmam que, enfim, agora as empresas devem estudarem seus públicos. A dica é encontrar maneiras inovadoras de conseguir engajamento com o menor investimento possível.

É preciso estar atento ao que o usuário gosta para tentar satisfazê-lo. E, claro, expandir a presença digital criando conteúdo para diversas redes.

De acordo com o próprio Facebook que quer satisfazer seus usuários, as pessoas dão valor a postagens que consideram informativas. O problema é que, pra elas, informação pode ser um evento atual, uma receita, passando por novidades sobre seus ídolos.

O que ficou claro na pesquisa do Facebook é que as pessoas gostam que seu feed seja uma FONTE DE ENTRETENIMENTO.

O Facebook considera que este trabalho de conhecer o que cada usuário pensa para personalizar a experiência está apenas 1% finalizado… então vamos acompanhando.

Enquanto isso, a sugestão é continuar investindo porque cada vez mais é necessário pagar pra ser visto. Por isso, garanta ser rastreado tornando-se relevante e expandindo sua presença no Google investindo em produção de conteúdo com blogs corporativos.

 

Cadê a voz do cliente no seu marketing?

Com as mídias sociais, o consumo não está mais limitado a compra de um produto ou serviço. Comprar é também comentar sobre a própria compra, ou seja, o cliente deve ser parte das estratégias de marketing como co-criador do seu conteúdo. A ação da co-criação é tomada quando se percebe que seu público é parte da sua marca.

“Vivemos a era da participação e da sociedade criativa. Para as empresas, isso significa estar mais próximas de seus clientes, trabalhando de maneira unida com eles, pois os consumidores ajudarão as corporações a criarem seus novos produtos e iniciativas de marketing. Este é o conceito da ‘co-criação’.” Philip Kotler

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  • Para que sua marca cresça no ambiente digital, você  deve criar e publicar histórias.
  • Descubra quem são os influenciadores conectados com a sua marca e fazer parcerias.
  • Para manter o público envolvido e feliz, garanta interações públicas com respostas aos seguidores que interagem com a marca.

    Quando há conexão com o público, é preciso garantir que ele continue engajado. Por isso é importante ampliar a sua voz. Descubra quem fala sobre os assuntos relacionados ao que você oferece ao mercado. 

    Deixe os influenciadores terem um pouco de controle sobre o conteúdo. Eles são representantes da marca. Porém, para que o conteúdo seja envolvente, as marcas também precisam dar alguns incentivos para influenciadores como prêmios ou descontos para aqueles que compartilham.
    Isso já acontece há alguns anos no mercado. Você ainda não começou?
    Engaje seu cliente e mãos à obra!

    Saiba mais sobre como engajar os seus clientes criativos neste post.

A importância do selfie no marketing digital

“Uma imagem vale mais que mil palavras”, disse Confúcio entre 552 e 479 a.C.
Em 2016 d.C vale muito mais se for um selfie. O autorretrato é o próprio meio nas mensagens das redes e dá grandes resultados.
Na Maximize Comunicação e Marketing Digital temos alguns clientes que resistem a ideia de captar selfies. Por isso, fizemos este post para destacar a importância do selfie como estratégia no planejamento de marketing digital, sobretudo em relação às redes sociais.

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De acordo com pesquisadores do Georgia Institute of Technology e Yahoo Labs as fotos com rosto, independente de sexo e/ou idade, recebem 38% mais curtidas e 32% mais comentários NAS REDES SOCIAIS.

E por que o selfie é tão mais envolvente em comparação a quaisquer outros tipos de fotografia?
O cérebro humano é capaz de reconhecer rostos mais rapidamente do que objetos e selfies entregam emoção. Além disso, rostos são universais como veículos de comunicação e não encontra barreira de língua. De acordo com Dr. Andrea Letamendi, pesquisadora na UCLA: “O selfie permite que as pessoas expressem seus estados de humor para partilhar experiências importantes”.

Por isso, os rostos humanos ganharam relevância também no marketing digital. A pioneira em disseminar o selfie para estimular o público a usar smartphone foi a Samsung. Quem não se lembra da foto do Oscar? Todo mundo copiou. Virou viral. Baita engajamento.

Você precisa motivar as pessoas se associarem aos seus produtos. A Samsung fez isso com maestria: se utilizou de “Product Placement”, onde o produto ou serviço é mostrado de maneira sutil, envolvido no contexto da cena ou como parte do cenário. Observe se o seu produto ou serviço também cabe em ações deste tipo. O seu produto ou serviço deve usar este tipo de conteúdo para envolver a comunidade.

Porque o selfie é importante como estratégia de marketing?

Para mostrar personalidade >> Clientes buscam a autenticidade como um princípio fundamental para fazer negócios com qualquer empresa. Selfies dizem muito sobre as pessoas que trabalham na empresa. Selfie de funcionários pode ser uma poderosa mensagem que diz: “Nós gostamos de trabalhar aqui e nós apoiamos a missão da empresa.”

Humanizar a empresa >> É muito mais fácil se conectar com uma pessoa do que com uma empresa, já que é um conceito abstrato. Publicação de selfies dos empregados mostram que existem pessoas reais por trás da marca. Os clientes valorizam a transparência e selfies podem fazer isso, fortalecendo a confiança.

Prova social >> Quando os clientes postam selfies com produto de uma empresa, esta é a prova social ou recomendação que outras perspectivas anseiam. Ele atua como uma propaganda perfeita, já que não é da própria empresa.

Compartilhar um sorriso, uma risada >> O humor contagia. E aumenta as chances de visibilidade na web. Incentivar os clientes a apresentar selfies por ter um concurso e recompensá-los com prêmios usando hashtag para localizá-las e agregá-las.

Atenção para o risco selfie >>  Há possibilidade de entrar imagens que a empresa não deseja associar à sua marca. Enquanto a própria empresa cria e edita os selfies que entram na página e  nas redes sociais da empresa,  ela não pode controlar o que as outras pessoas estão postando nas suas próprias redes. Neste caso, sua melhor defesa é estar ciente do que está lá fora, de quem é o seu cliente. E, claro, sempre estar pronto para o monitoramento da marca e com respostas rápidas, incluindo aceitar eventuais erros.

Engajamento e autorrealização: desafie seus clientes criativos

Uma das teorias interessantes do marketing é a Teoria de Maslow. Claro que há controvérsias, o que é sempre bom pra dialética. Você conhece? Bem, ela se baseia nas necessidades humanas. E tem até um modelo: “a pirâmide de Maslow”– que vai da sobrevivência ao crescimento .

Segundo o psicólogo americano Abraham Maslow, existe uma hierarquia de necessidades que nos impulsionam — das mais urgentes às menos urgentes. As fisiológicas (satisfazer a fome) vem antes da busca da proteção (segurança, estabilidade no emprego) ou da necessidades sociais (família, amigos, amor).

Uma das necessidades que vão ao topo do crescimento é a autoestima – de ego (status, reconhecimento, reputação) e da necessidade de autorrealização. Uma vez estabelecida,  a autoestima / autorrealização continua a ser sentida como necessidade. É aí que os publicitários trabalham suas campanhas de consumo de luxo, por exemplo.

Nesta etapa, um dos principais fatores do envolvimento dos consumidores com a autoestima e a autorrealização é a diversão, a fortuna e a fama. Tudo alicerçado na sensação de pertencimento que nasce no desenrolar da história contada pela sua marca, produto ou serviço.

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Possuir uma determinada marca ou adquirir um produto ou serviço pode ajudar o consumidor a se expressar e construir a sua própria auto-imagem. Estudos indicam que muitas vezes o consumidor só compra determinada marca quando encontra uma correspondência entre si mesmo e a imagem de marca (comunicada por publicidade, design de loja de varejo ou mesmo design de embalagem). Deste modo, o valor de uma marca também depende da sua capacidade para ajudar o consumidor a construir e criar o seu auto-conceito.

O self-branding é um processo em que os consumidores encontram seu próprio conceito com as imagens de uma determinada marca. No marketing digital a prova social de um selfie, por exemplo, é a propaganda perfeita, já que não é da empresa.

Se as motivações humanas de autoestima e autorrealização podem gerar colaboração com a empresa, é preciso ver que histórias você tem para contar que poderia ampliar o engajamento com o seu produto/serviço. Preste atenção no seu cliente. No que ele já diz nas suas redes sociais e o convide a interagir com a sua marca.

Alguns consumidores criativos estão à procura de tarefas divertidas, outros estão à procura de reconhecimento. Emocionar e conquistar pela autoestima e pela autorrealização é o mais importante para que a marca alcance engajamento entre seus clientes.

Nem todo consumidor quer conversar com marcas, mas alguns adoram ser desafiados a colaborar com ideias criativas para empresas reais. Este é um empurrãozinho para as empresas: solicitar aos seus clientes que participem! Aquelas pessoas que compram os seus produtos, que torcem para que você dê certo, que vivem e usam aquilo que você realiza.

Em marketing, a co-criação e a prova social de clientes e fornecedores agrega valor ao negócio.  Fique atento para inovar o seu conteúdo em troca de dar benefícios pela contribuição destes colaboradores. 

Ressalto a importância de saber contar sua história e ter uma estratégia de marketing. E pedir colaboração dos que sentem necessidade de opinar e participar da marca porque eles são mensageiros inspiradores. Permitir que as pessoas colaborem é essencial para atingir o objetivo.

Em qualquer situação, dê muita atenção ao feedback. Deve haver um canal de diálogo aberto e pronto para atender a estes criativos e engajados colaboradores. E lembre-se. Sua marca, produto ou serviço precisa ter emoção para conquistar e engajar pessoas. E este canal deve ser humanizado. Nada de automatizar respostas neste sentido.

Portanto, é preciso que a qualidade do produto ou serviço seja vista pelo empresário como base essencial para a ação. Como diz Camila Farani em O desafio das Marcas: emocionar o público“Uma empresa que deseja estabelecer uma relação emocional de sucesso com seus clientes precisa prioritariamente oferecer o melhor serviço e experiência que eles podem ter. Exceder as expectativas é a melhor forma de fazer com que as pessoas criem ‘burburinhos’ a respeito de uma marca. Para isso, os clientes pagam até mais simplesmente porque querem fazer parte de um estilo de vida.” 

Saiba quais as 6 características da autorrealização.

Se quiser falar mais sobre isso comente e/ou envie mensagem: sandravasconcelos.press@gmail.com

7 maneiras de ter novas ideias de conteúdo para o seu blog

E quando você acha que não tem nada de novo para dizer? Na falta de assunto é possível, sim, tirar inspirar sabendo procurar novas fontes e gerar conteúdos frescos para a sua empresa. Cada vez mais as marcas estão bombando com histórias e é sempre possível ter novas ideias seguindo estas dicas que eu garimpei pra você.

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1. Converse com seus funcionários
O mais informado sobre o seu negócio deveria ser o seu funcionário. Peça e receba a contribuição deles. Ajuda ter insights. Ao entrevistá-los pode gerar uma lista de idéias. Em alguns casos, você ainda vai poder usar estas entrevistas em podcasts ou em algum vídeo para o youtube.

2. Fique atento aos comentários
O engajamento do público ajuda a manter as ideias frescas. Pesquise os comentários, sobretudo nas mídias sociais. Use os comentários como inspiração para suas histórias. Se você não tiver um grande número de seguidores pesquise no Twitter sobre o que estão falando sobre alguma notícia atual que tenha a ver com o seu negócio.

3. Peça ajuda para o Reddit (saiba mais sobre isto aqui)
Fique de olho nas tendências. Procure informações relacionadas ao seu negócio buscando um tópico específico. Por exemplo, se você trabalha com turismo e está a procura de ideias sobre o orçamento de viagens, procure “site: orçamento de viagens reddit.com” e Google vai mostrar vários resultados reddit.com sobre este assunto. Isso vai ajudá-lo muito na curadoria de conteúdo.

4. Remexa os arquivos da empresa
Pautas nostálgicas pode ser interessante para gerar engajamento. Se a empresa tem muitos anos de mercado, alguns materiais que estão nos arquivos poderão ser atraentes se reaproveitados (por exemplo, anúncios antigos, fotografias da empresa no passado etc).

5. Pesquisas internas no site
Veja se é possível rastrear quais as palavras mais pesquisadas em seu site. O google analytcs ajuda bastante. Verifique o que procuram e dê mais informações e desenvolva mais textos a respeito do tema. Se as pessoas procuram dicas sobre como cozinhar frango, por exemplo, e você não tem nada sobre o tema, este pode ser um conteúdo importante. Um texto sobre isso ajuda os seus clientes a mantê-lo como fonte de informação – e não deixá-lo em troca do concorrente.

6. Pergunte ao Quora
Semelhante ao Reddit, Quora é uma plataforma (em inglês) repleta de informações geradas pelos internautas (mesmo do Brasil). A vantagem em relação ao Reddit é que o usuário que responde pode ser um especialista.  O  Quora também pode ser uma ferramenta para descobrir o que as pessoas estão dizendo sobre seus produtos e serviços.

7. Crie um fórum
Os fóruns de nicho podem fornecer informações sobre temas pouco comuns melhor do que a maioria dos sites populares. No entanto, é preciso engajamento para garantir o sucesso do fórum. Veja onde criar aqui de forma paga. Há também este que é gratuito.

Estas dicas ajudam você a se inspirar para uma reunião de pauta para a criação de novos conteúdos, sejam eles para textos ou imagens e vídeos. Lembre-se de estar se guiando pelo seu projeto editorial que é o primeiro passo para construir seu conteúdo de forma consistente (veja aqui como fazer o seu projeto editorial).

Repito: conteúdo é rei, mas falar sobre tudo e qualquer coisa não vai atrair um público interessado no seu negócio.

Fonte: Contently