Diagnóstico: site tem conteúdo, mas pouca relevância no Google. O que fazer?

Outro dia fiz consultoria para uma cliente que há quatro anos tem um lindo site. O site tem um bom projeto editorial e é respeitado em sua área de atuação, no entanto, está “perdendo audiência ” no Google. Ela me contratou por algumas horas para um diagnóstico.

A autora se dedica exclusivamente ao seu negócio. E publica todos os dias. Tem muita coisa, textos originais e conteúdo relevante e até colaboradores que ajudam na produção de conteúdo fresco e frequente, condição necessária para se destacar nas pesquisas. Ela gosta de fazer tudo ela mesma e está disposta a aprender, portanto, fizemos uma varredura. Abaixo, um resumo que pode ajudar você também!

Primeiro problema:  site não é responsivo, ou seja, não se adapta aos smartphones ou tablets de forma amigável.  Atualmente 90% dos usuários latino-americanos navegam por meio de dispositivos móveis. O Google alertou desde 2015 que sites que não funcionam bem em smartphones perderiam a relevância nas buscas. Tem que ser mobile friendly!!! No Brasil, a busca em dispositivos móveis já alcança 95%.

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Você usa o seu site com estratégia? Ele converte, vende seus produtos e serviços? Se isso não está acontecendo … precisamos conversar.

Hierarquizar o texto: é importante ter intertítulos no texto e alguns destaques (como estou fazendo neste post). Lembrar que as URLs devem ser amigáveis e, sobretudo, inserir links internos e externos no site. Os links internos garantem mais permanência dentro do site, os externos o Google vê com simpatia quem compartilha informações citando fontes e outros locais para visitação.

Destaque-se na multidão. Ser explicativo no título ajuda a ser encontrado no google.

Títulos específicos:  foi observado que os títulos dos posts estavam genéricos. Se o Google vê cada post como uma página, ao escrever o título, é melhor manter o foco no assunto principal.  Se o post é sobre “batom”, não adianta usar “maquiagem” no título. Melhor ainda é ser mais descritivo e explícito. Se o post é sobre uma “bolsa”, descreva o material como “bolsa de tecido impermeável”. Assim, será encontrado por aquele que procura estas características. Mas não ultrapasse 70 toques.

Alcance o seu público, mesmo que seja pequeno, fazendo a coisa certa: ajudar quem está procurando o que você oferece … isso evita a taxa de rejeição.

Taxa de rejeição:  de acordo com o Google é o percentual de sessões de uma única página ou seja, sessões nas quais a pessoa saiu do seu site sem interagir, sem navegar. Significa que o leitor encontrou o seu post, mas saiu de lá correndo porque não encontrou o que procurava.

Outro erro que atrapalha o desempenho: colocar um artigo em mais de uma categoria. Isso pode ser visto pelo Google como conteúdo duplicado. Atenção, não pode. Perde relevância e confunde o leitor. Se ele vai em categorias diferentes e encontra o mesmo texto, provavelmente vai pensar que o site é desorganizado. Coloque na categoria mais adequada. Ponto.

Pra que servem as categorias e as tags? Pra ajudar o leitor a navegar no site. Parece óbvio, mas… 

Com as tags é a mesma coisa. Use tags para definir o assunto do texto e ajudar o leitor a encontrar no espaço de buscas. Não pode usar genericamente porque o leitor pode ficar perdido. Se você tem um site de moda e vai fazer um post sobre modelo de calça jeans, não crie a tag “moda” para este post, afinal, se o seu site inteiro é sobre moda e você salvar todos os posts com a tag moda, como é que o seu leitor vai encontrar o post que ele precisa ler? Salve as tags certas, por exemplo, ao falar de um jeans, salve a tag “jeans”, mas lembre-se de destacar nas tags o modelo que está sendo falado, por exemplo “skinny”ou “flaire”.

Imagens devem ser otimizadas no tamanho e no nome do arquivo

As imagens devem ser dimensionadas adequadamente. Muitos usam imagens enormes e, em seguida, reduzem dentro do site. Mas o navegador carrega o tamanho de imagem completa e isso pode causar lentidão.  Reduza suas imagens antes de enviá-las para seu site. Use, por exemplo, o tinypng.com, que reduz o tamanho sem perder qualidade.

Para quem investe em busca orgânica… lembre-se que existem milhões de sites na internet. Para chegar na frente (ao menos até a 5ª página), o principal critério do Google é a qualidade do conteúdo. Portanto, quanto mais próximo o conteúdo estiver de corresponder à palavra-chave pesquisada, mais bem colocada estará a página (post) nos resultados de busca orgânica do Google. Por isso, tem que estar atento ao que chamamos de Alt Tag . Tem que dar nome correto às imagens e estar atento à descrição das mesmas.

Uma foto de um novo pincel de maquiagem deve ser explicativa também. A foto deve ser renomeada, por exemplo, como pincel-para-base-cremosa. Pincel-para-pó-facil. Ou seja, escreva o nome de forma a mostrar a função. Se for importante para o site, escreva também a marca do produto.

Tem ainda os tópicos Title, Meta description, URL’s amigáveis, entre outros.  Para não ficar longo, vou tratar disso em outro post.

Vamos juntos planejar a sua estratégia de conteúdo? Eu ajudo você a ter presença digital, promover seu conteúdo e maximizar seus resultados na busca orgânica .

sandravasconcelos.press@gmail.com

 

 

 

 

 

 

 

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6 dicas para maximizar o seu marketing digital

O marketing digital é essencial para as empresas, mas é preciso estar atualizado diante da dinâmica que a tecnologia oferece! O tempo todo novas ideias devem ser incorporadas e ajustadas ao mercado. Por exemplo, quem imaginaria que atualmente o vídeo seria a mídia mais acessada nos smartphones? Por isso, ao pensar o conteúdo, temos que pensar no formato mobile para maximizar a presença digital. Veja estas dicas.

Em 2017 o vídeo representa  69% de tráfego de internet entre os consumidores (Cisco). Incluir vídeo em página de captura de emails aumenta a conversão em até 80% (Unbounce)

1. A visualização de vídeos cresceu muito. Esta é a nova maneira de consumir conteúdo. Produza materiais institucionais, tutoriais de uso do produto ou serviço em vídeo. Youtube é vida! 

2. As mídias sociais estão cada vez mais interativas, por isso o sucesso do SnapChat inspirou o Instagram, Twitter, Facebook e Whats App a desenvolverem funcionalidades que permitem transmissão ao vivo.  Pense em produzir conteúdo e usar estes recursos e aproxime-se dos clientes gerando diálogo e mais transparência com eles.

3. O foco deve ser a produção de conteúdo para o seu cliente. E, para alcançá-lo, é preciso saber quais suas necessidades, desejos e dúvidas. E, assim, poder supri-lo com informação relevante.

4. Dê atenção ao SEO (Search Engine Optimization) com a principais palavras-chaves em sites, blogs e vídeos, além de links internos e externos. Mas fique atento porque se o usuário chegar até você e não encontrar o que está, de fato, procurando… vai abandoná-lo, aumentando sua taxa de rejeição. Neste caso, o Google vai tirando a sua relevância e pode jogar seu conteúdo para o buraco negro da internet.

5. É fundamental anunciar para ganhar espaço e ser visto, portanto, invista em links patrocinados para ganhar visibilidade nas buscas e nas redes sociais. Olho vivo: cada mídia tem suas características e linguagens mais propícia para gerar resultado. E fique atento à segmentação oferecida no Google AdWords e do Facebook Ads.

6. É importante usar ferramentas para automação do marketing como captação de leads e análise de métricas. Também é importante um calendário para ajudar a gerenciar a produção de conteúdo para blogs e redes sociais. Cresce a oferta de softwares (pagos) para melhorar a perfomance.

Diferenças: Produção x Curadoria de Conteúdo

Dê uma olhada em seu perfil no Facebook. O que você compartilha?

Quando você compartilha novidades de outras pessoas, de fanpages, de portais de notícias, você está fazendo curadoria de conteúdo, destacando o que acha que seus amigos deveriam ver/ler. Hoje, com tantas informações disponíveis, a curadoria de conteúdo é uma necessidade. Ela ajuda a filtrar e seguir o que realmente interessa e, assim, nos ajuda a gerir melhor o próprio tempo.

Se você tem uma empresa, até quando vai compartilhar conteúdo de terceiros?

Em blogs corporativos ou pessoais, o curador de conteúdo garimpa, analisa, contextualiza e disponibiliza as informações de forma exclusiva. A curadoria requer paciência, olho afiado e crítica — e deve ser guiada pelos objetivos de marketing.

Alguns profissionais escolhem fazer curadoria a partir de conteúdos já publicados em outros sites. Ainda assim é preciso adaptar a linguagem para satisfazer seus leitores e garantir unidade e estilo próprio. De uma forma ou de outra não pode haver simples cópias já que isso pode gerar problemas de plágio.

O produtor de conteúdo cria textos exclusivos, baseado em várias fontes. Também faz abordagem por meio de dados. E gera informação relevante e exclusiva sobre a empresa e outros assuntos relacionados, cria textos exclusivos.

A CURADORIA e a PRODUÇÃO DE CONTEÚDO exigem uma profunda compreensão dos algorítmos dos motores de busca (Google). Por isso é preciso ser fluente em um dialeto particular da web. Não basta escrever bem, é preciso ter técnica para alcançar bons resultados. 

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Para garantir presença digital relevante no setor em que atua, a empresa/empresário precisa ir além do mero compartilhamento. O ideal é gerar conteúdo próprio e exclusivo. Além disso, o plágio é punido pelo próprio Google. Um texto, mesmo que tenha apenas trechos copiados, são eliminados das buscas, ou seja, não adianta publicar se não será visto.

Diante da concorrência acirrada do mercado, é importante ser encontrado, ser visto. E isso começa com a escolha de um profissional que entenda desta linguagem. Sim, tem que publicar bons textos, mas tem que apresentar bons resultados.

E lembre-se: não se faz marketing de conteúdo apenas compartilhando de terceiros. Produção exclusiva é a palavra de ordem em marketing digital. Em curadoria e produção de conteúdo isso inclui textos, imagens e vídeos.

Mais informações: sandravasconcelos.press@gmail.com

 

Curadoria x Conteúdo: tem diferença?

O que você compartilha no seu perfil? Quando você destaca seus interesses para que os seus seguidores desfrutem das novidades, você está fazendo curadoria. Com tantas informações disponíveis, a curadoria de conteúdo é uma necessidade para qualquer um.

O curador garimpa, analisa e contextualiza de forma particular e disponibiliza as informações. A curadoria requer paciência, olho afiado e crítica — e deve ser guiada pelos objetivos de marketing. Alguns escolhem fazer curadoria a partir de conteúdos já publicados em sites (o que caracteriza plágio, sob risco de punição). Outros profissionais adaptam o conteúdo à própria linguagem para satisfazer seus seguidores.

A curadoria de conteúdo exige uma profunda compreensão dos algorítimos dos motores de busca, por isso é preciso ser fluente em um dialeto particular da web.

O conteúdo está associado a textos e imagens produzidos pela empresa ajudando o público a construir uma série de retornos positivos. Este conteúdo exclusivo pode ser baseado em várias fontes ou até mesmo abordado por meio de dados. Para se destacar e ganhar corações e mentes, é preciso produzir conteúdo relevante. Em meio a concorrência de mercado, as informações disponíveis e acessíveis são fundamentais para a decisão de compra de um cliente. Além de contribuir para ser encontrado, o conteúdo fortalece o relacionamento e gera fidelidade já que demonstra transparência e acessibilidade.

A partir da curadoria e do conteúdo, há necessidade de maximizar esta informação para garantir audiência. De novo, com tanta informação disponível, é preciso chamar a atenção. Importante escolher os canais de distribuição (compartilhamento) e estar atento para não desperdiçar energia e dinheiro. O melhor é atingir o alvo a partir de escolhas certas, sobretudo diante de tantas redes sociais.

Em se tratando de empresa, é precisa ir além do compartilhamento porque é preciso cumprir objetivos. Para isso, encontrar um jornalista que entenda esta nova língua e este novo contexto das mídias digitais é um desafio.

Eu sou curadora e também webwriting e tenho um enorme prazer em fazer este trabalho… até porque, além de desafiador, ele nunca será entendiante pra mim.

Se precisar, é só enviar uma mensagem: sandravasconcelos.press@gmail.com

Quer ser encontrado pelo Google? Invista em conteúdo

Quando o Google atualizou os parâmetros para as pesquisas, o mercado digital voltou a entender a importância de investir em conteúdo próprio, elaborado pela e para a empresa.

O beija-flor (hummingbird) — nome do mais recente algorítmo — visa possibilitar que o sistema de busca tenha compreensão de conceitos e não de palavras.  Atualmente, o Google busca sinônimos e tendências porque entende o propósito da pesquisa. E a gente precisava disso porque cada vez mais pesquisamos por meio de frases inteiras e longas, certo?

O objetivo do motor de busca é entregar o resultado de forma mais precisa e útil para quem está pesquisando e buscando a informação. Por isso, a máxima permanece: escreva para seus leitores, não para o Google.

Andy Hollandbeck, no site Relevance comenta:

O novo mecanismo de pesquisas do Google é uma evolução. Assim, editores de texto têm mais liberdade e oportunidade para produzir com qualidade conectando as informações certas às pessoas certas, criando conteúdo compartilhável”.

Palavras-chave perderam a importância?

Com este avanço, o Google tem capacidade de encontrar palavras semelhantes. Por isso, teoricamente, uma página pode aparecer na pesquisa, mesmo que não tenha sido otimizada com ênfase nas palavras-chave. Isso não quer dizer que vamos abandonar o uso deste recurso técnico. Mas é importante ressaltar que não adianta otimizar se você não está oferecendo algo interessante, útil, fácil de entender e que possa envolver as pessoas.

Por isso, Hollandbeck esclarece: se conteúdo é rei, a distribuição é a rainha. Invista em compartilhamentos para conectar o seu conteúdo com as pessoas que necessitam da informação que você oferece. Desta forma você será encontrado mais facilmente.

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Que tal um projeto editorial para o seu blog?

Todo planejamento possui estratégia. O marketing de conteúdo com a criação de um blog bem planejado é uma boa tática porque gera relevância dentro da web atraindo potenciais clientes que ainda não conhecem o seu produto ou serviço.  Por isso, é importante desenvolver o projeto editorial para o seu blog. Ele é a estrutura fundamental, uma ferramenta a cumprir o objetivo de transmitir os valores da marca.

Ao elaborar o projeto editorial, tenha em mente os 3Cs
Contexto, Conteúdo e Conversa

Em linhas gerais,  para elaborar um projeto consistente, siga estas dicas — lembrando que o projeto editorial deve estar alinhado às metas do seu plano de marketing e ser coerente com a linha de comunicação. Sobre conteúdo escrevi em outro post.

  • Defina o tema de acordo com o segmento (produto, serviço) e adote um visual (design) que dialogue com a marca da empresa. Caso seja um blog pessoal, deve se adequar ao estilo do autor.
  • Identificado no plano de marketing o seu público-alvo, defina a linguagem que irá usar (formal ou descontraída).
  • O objetivo é atrair, envolver e converter mais tráfego para o seu blog e seu negócio. Foque em assuntos que atendam a expectativa de seus leitores. A meta é tornar-se referência no assunto em que está disposto a empreender.
  • Além de definir os assuntos por categorias, adote um calendário editorial para estabelecer também a  periodicidade de postagem —  essencial para a implementação de um programa de marketing de conteúdo bem-sucedido.
  • Fotos, vídeos próprios (ou de uso autorizado), produção de podcast e participação de colaboradores e colunistas também devem ser considerados durante a elaboração do projeto editorial.
  • Ao definir o projeto editorial, pense como transmitir os valores da sua marca — como contar histórias que prendam a atenção destes leitores (potenciais clientes).

O projeto editorial serve como um guia para garantir o foco do canal, mas ao longo do tempo pode ser atualizado para se adequar aos desafios que vão surgindo no mercado.

Quer um exemplo prático?

E se você fizesse um projeto editorial para um site de um país ou uma cidade? Veja o caso do site institucional da França separado por temas  | locais | datas. Em temas, há várias subcategorias que abrangem aspectos culturais e geográficos da França organizando a pesquisa por interesses.

Site oficial da França organizado por Temas, Mapas e Datas.

Site oficial da França organizado por Temas, Locais e Datas.

Categorias variadas abrangem vários assuntos relacionados à França, organizando a pesquisa por interesse.

Temas agregam categorias que abrangem vários assuntos relacionados à França, organizando a pesquisa por interesse.

E se fosse um blog sobre uma cidade? Veja como o Conexão Paris funciona como site com páginas “Sobre o Blog” “Sobre a Lina” (autora), “Anuncie” e “Contato”. As categorias abrangem vários aspectos da cultura e serviços de Paris, mas também considera outras regiões. Estão organizadas em Comer & Beber | Dormir | Comprar | Passear | Noite | Cultura & Arte | Outras Regiões | Estilo de Vida | Lina Indica | Lojinha | Informações básicas

As categorias garantem organização para abordar vários assuntos relacionado ao tema Paris.

As categorias garantem organização para abordar vários assuntos relacionado ao tema Paris.

Precisa de um projeto editorial? Escreva pra mim em mkt.sandravasconcelos@gmail.com

Em João Pessoa evento debate mídias digitais

A Brasil-Canadá 3.0, edição 2013 é uma conferência nacional que trata das mídias digitais. O objeto central da conferência é definir desafios do futuro digital do Brasil com o engajamento e a participação de vários setores da sociedade.

O evento — que congrega segmentos do governo, da academia e da indústria de TI e realizado em parceria com o Canadá — acontece desde o ano passado com o objetivo de mapear os principais desafios e as oportunidades que estimulam a economia digital no Brasil. Este ano, o tema Processos Criativos na Indústria da Convergência: Oportunidades e desafios para produção de conteúdo digital reafirma:  “conteúdo é rei”.

A produção de conteúdo digital impulsiona o surgimento de novas oportunidades de negócio e demanda inovação. A configuração desse novo cenário resulta de novos pensamentos onde o principais pontos são: Interfaces Tangíveis; Indústria Criativa, Social Media; Dispositivos de Interação; Big data – Preservação e Segurança; Acessibilidade, Arte e Tecnologia. Sim. Comunicação, Computação e Artes: tudo junto e misturado.

Inscreva-se! http://www.br30.org.br/

Brasil-Canada-3.0-convergência